9 de janeiro de 2013

Aprenda a dar o banho perfeito no seu cão



Achei muito interessante essa reportagem sobre banho em casa da edição online da revista Época SP. Quem escreveu foi Priscila Merlino. Recomendo a leitura. Só gostaria de acrescentar que é possível secar os cães com secador morno, desde que sua mão sempre fique próxima a área onde está o vento, passando uma escova, ou simplesmente a mão, para verificar a temperatura, lembrando que a pele dele é mais sensível que a sua mão. E não esqueçam de escovar os dentes. Ah, e usar condicionador para cães sempre! Logo vou preparar um post sobre escovação de dentes para vocês! 

VAMOS A FESTA, digo AO BANHO! rss



O xampu humano deixa o cabelo bonito, então deve funcionar para os cães, certo? Não! “Tem gente que usa até sabão de coco para banhar os cachorros, mas o Ph é muito alcalino e faz mal para a pele dos animais”, diz William. Por isso, os produtos veterinários são essenciais. Para que seu pet associe o banho a algo agradável, aproveite o momento para fazer brincadeiras e carinho nele. Quando a secagem terminar, ofereça algum petisco ou uma brincadeira. Assim, seu cão ficará feliz ao ver a mangueira da próxima vez, e quem sabe não fará a triste cara de cachorro molhado.

Banhar um cachorro pode ser tão complexo quanto banhar um bebê. Assim como os filhotes de humanos, os cães não podem nos avisar quando entra xampu nos seus olhos ou se a temperatura da água não está correta. Tudo o que os pets fazem é nos olhar com seus olhos tristes e sua aparência molhada e engraçada.

A solução mais garantida é entregar o seu animal para um profissional. Nos pet shops, os funcionários são qualificados para banhar e tosar os cães da maneira correta. Mas nem sempre é possível contar com um pet shop. Em viagens os cães podem se sujar, brincar na lama, rolar na grama ou até mesmo, no caso do meu cão, fazer amizade com um gambá! “Nestes casos, o dono se vê obrigado a dar um banho em casa”, afirma William Galharde, supervisor e consultor de estética de todas as unidades do Pet Center Marginal. Confira abaixo as dicas do William para você limpar seu pet sem machucá-lo ou traumatizá-lo.


Preparação:


A água do banho também precisa estar na temperatura adequada, pois o excesso de calor pode levar os pets à morte (como já explicamos no blog – leia aqui). “Imagine a água que você banharia um bebê. O banho para os cães deve estar no máximo nessa temperatura”, afirma o consultor. Outro detalhe importante é o cuidado com as orelhas do animal. Faça bolas de algodão hidrófobo (impermeável a líquidos) e coloque nas orelhas do cão.


O banho:

Após molhar com cuidado o seu cachorro, dilua o xampu em uma proporção de quatro partes de água para uma do produto. Isso ajudará a impedir que o xampu se acumule na raiz dos pelos. Dê atenção às patas e dobras do cão, mas evite a proximidade do xampu com os olhos e o nariz do pet. “Animais com focinho curto nunca devem receber água sobre a cabeça, ou podem aspirá-la”, diz William. Molhe apenas as laterais, tomando o cuidado de segurar as orelhas abaixadas, para impedir a entrada de água no nariz e boca do cão. Por fim, enxágue o bicho abundantemente. E tome cuidado, pois as chances dele chacoalhar e te molhar são altas!

Secagem:


Após tirar o excesso de água com uma toalha limpa, seque o animal com o secador de cabelo, utilizando apenas a temperatura fria, e mantendo a distância de pelo menos um palmo. “Os nós nos pelos são formados na raiz, e não nas pontas, como ocorre com o nosso cabelo. Por isso, escove com suavidade todo o animal”, afirma William.

Recompensa:

1 de dezembro de 2012

Alimentos proibidos para cães e gatos

Todo os dias orientamos nossos clientes a oferecer somente ração de qualidade ao seus animais. Quando o cão ou o gato, come um alimento Super Premium ele raramente recusará o alimento ou apresentará relutância na ingestão. Mas, como muitas pessoas insistem, é melhor esclarecer que existem alimentos inadequados e outros podem levar a intoxicação e em determinada quantidade até mesmo óbito.

Conheça as principais:


Chocolate



A grande vilã aqui é a teobromina. Presente em maior concentração nos chocolates amargos, essa substância age como estimulante e chega a causar extrema excitação nos animais. "Como o organismo de cães e gatos demora muito tempo para se livrar dela, eles podem apresentar taquicardia, hiperatividade, tremores e convulsões", diz Flávia Borges Saad, professora do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras, no interior de Minas Gerais.

Abacate



A persina, substância encontrada na polpa, na casca e no caroço da fruta, é a culpada por intoxicar os pets que abusam do alimento. Vômito, diarreia, lesões gastrointestinais e até necrose nas fibras do miocárdio, o músculo do coração, são algumas das consequências do exagero.

Cebola e alho



Eles contêm alicina, que, em felinos e cachorros, pode perpetrar um tipo de anemia conhecido como hemolítica. Em suma, trata-se da destruição dos glóbulos vermelhos, os encarregados pelo transporte de oxigênio no sangue. "A intoxicação aparece gradativamente e, para isso, é necessário que o animal consuma uma grande quantidade de cebola ou de alho crus", ameniza a veterinária Christine Martins, do Hospital Veterinário da Universidade de Brasília.

Ossos



Muita gente imagina que eles são o petisco canino ideal. Um alerta da FDA, agência que regulamenta o consumo de remédios e alimentos nos Estados Unidos, contraria esse senso comum. Segundo o relatório, não se deve oferecê-los em nenhuma hipótese aos cachorros. "Ao serem mastigados, os ossos, principalmente os cozidos, podem lascar e formar pontas, causando lacerações na boca e no esôfago, quebra de dentes, além de aumentar o risco de infecções bacterianas e obstruções intestinais", explica Christine.

Peixe cru

Alimentar cães e gatos com pescados in natura nunca é uma boa ideia. Algumas espécies de peixe, sobretudo a tilápia, armazenam doses generosas de avidina e tiaminase. Esse dueto impede a absorção de algumas vitaminas do complexo B, como a biotina e a tiamina. "A deficiência delas está ligada a problemas neurológicos", exemplifica Flávia.

Leite



Trocar o líquido liberado pelas tetas da cadela pelo da vaca é péssimo para a saúde dos cachorros. É que o leite canino possui mais proteínas, gorduras, cálcio e fósforo do que o bovino. Dessa forma, só supre as necessidades nutricionais de um filhote se for consumido aos borbotões. E isso representa níveis cavalares de lactose, o açúcar lácteo. "Como o animal não consegue processar tamanha quantidade desse açúcar, o resultado é uma diarreia grave", alerta Flávia. No entanto, em alguns casos, o leite da vaca é manipulado pela indústria para torná-lo mais parecido com o das cachorras. Aí, sim.

Alimentos gordurosos




Ingerir alimentos com grande quantidade de gordura, podem prejudicar o pâncreas do animal. O pâncreas é um orgão responsável pela produção de enzimas digestivas e secreção de insulina por exemplo. Quando é ingerida uma quantidade de gordura o animal pode desenvolver uma pancreatite, doença que se não tratada pode ter péssimos desdobramentos.

O bicho comeu. o que fazer?

Algumas horas após o cachorro ou o gato ingerirem algum alimento inadequado, logo bate aquele mal-estar. Ao observar sinais de irritação, transtornos gástricos, alterações do ritmo cardíaco e respiratório, o animal deve ser levado rapidamente ao veterinário. "É muito comum que, ao constatarem a ocorrência de intoxicação, os donos ofereçam leite, o que só piora a situação", avisa Christine. O correto em casos de intoxicação e ingestão de alimentos gordurosos é procurar imediatamente o Médico Veterinário para que as medidas necessárias em cada caso seja procedida.

Texto adaptado a partir de saude.abril.com.br
fotos da web

26 de novembro de 2012

Urinar por medo ou excitação: O que fazer???




É relativamente comum ouvir relatos sobre cães que urinam involuntariamente em determinadas situações – especialmente aquelas de muita euforia, na chegada dos donos ou de visitas. A grande maioria das pessoas costuma afirmar que o pet está “fazendo xixi de tanta alegria”!

Mas, na verdade, esse é um comportamento que pode ser sinal de um momento de muita ansiedade ou medo extremo para o cão, o que não é nada saudável...

Xixi por medo

Este comportamento é relativamente comum em cães bem jovens. A micção involuntária ocorre quando o peludo é defrontado com uma situação ameaçadora, como, por exemplo, uma pessoa estranha se aproximando rapidamente, olhando-o fixamente e colocando as mãos em sua cabeça. Para um cão com tendência a sentir medo, essa atitude pode significar perigo, daí o xixi, um sinal de submissão, acompanhado de uma postura de deitar-se ou abaixar-se com a cabeça bem próxima ao chão.

Xixi por excitação

Apesar da situação ser parecida, já que também é comum em filhotes e geralmente ocorre quando os donos ou visitas se aproximam, o xixi por excitação não vem acompanhado de posturas corporais submissas. Ao contrário: o cachorro se mostra bastante agitado, eufórico, chega a chorar e arfar de tanta ansiedade, de tanto desejo por interação!

Como evitar

Em ambos os casos, a melhor solução é evitar cumprimentos muito excitantes para o cão. Para o comportamento de fazer xixi por medo, convém esperar que o cão aproxime-se da pessoa em seu ritmo, sem forçá-lo. Evitar olhá-lo nos olhos e chegar com as mãos erguidas também ajuda.

Neste caso, é importante que o cãozinho fique confiante no que se refere à aproximação de pessoas, ou seja, deve passar a associar a chegada com coisas boas. A pessoa deve sentar-se no chão, sem olhar o cão nos olhos, e oferecer-lhe coisas bem gostosas para comer, falando com voz calma. Com uma dose de paciência, o cãozinho acaba se aproximando e cada vez mais depressa, à medida que os treinos progridem. É muito importante pedir que as visitas também não se aproximem de forma amedrontadora, nem falando alto!

Quanto ao xixi por excitação, a aproximação também deve ser tranquila, mas o motivo agora é deixar o cão calmo. Se ele já souber comandos básicos, é recomendado pedir-lhe para sentar-se e recompensá-lo com um afago e petiscos, também com a voz baixa e suave. Neste caso, se o cão aprender que a chegada dos donos e de pessoas é um momento de muita euforia, o comportamento tende a piorar cada vez mais.

Nos dois casos, não é recomendado dar broncas no cão quando ele não se aguenta e faz xixi nessas situações, mesmo que algumas gotinhas tenham caído no tapete persa! Evidentemente que uma bronca nesse momento aumentará o medo ou a ansiedade do peludo!

Em geral, o ato de fazer xixi por medo ou excitação costuma desaparecer com a maturidade. Mas é sempre bom ficar de olho e tomar as medidas acima, para evitar sentimentos de muito medo ou excitação extrema para o cão. 

Texto extraído do blog Cão Amor

13 de novembro de 2012

O que é Entrópio?

Entrópio



O entrópio consiste na inversão para dentro do bordo palpebral (pálpebra inferior ou superior). No entrópio as pestanas ou os pêlos do cão ficam em constante atrito com a córnea, causando irritação e fazendo o cão lacrimejar constantemente. A doença é mais comum em raças que tenham pele solta e olhos caídos como o shar pei e o basset hound embora também possa ocorrer em outras raças como o braco alemão e o labrador. A doença, por ser possivelmente de origem genética, não deve estar presente em reprodutores a fim de reduzir sua incidência no futuro.

Além da genética a doença também pode ser adquirida ou reflexa. O entrópio genético é o mais comum; o entrópio reflexo, também chamado de espástico pode ser causado devido a uma úlcera na córnea, presença de corpos estranhos no olho, queratite ou conjuntivite crônica; o entrópio adquirido é o mais raro e só ocorre por conseqüência de um cirurgia palpebral mal feita ou por prolongamento de um entrópio reflexo.

Os sintomas são intenso lacrimejar, inversão do bordo palpebral e irritação da córnea com vermelhidão, queratite e conjuntivite, além do que, percebe-se que o cão pisca muito. O entrópio congênito pode ser corrigido através de uma cirurgia, mas antes deve ser realizado o diagnóstico diferencial do entrópio reflexo feito por um veterinário. cães com entrópio congênito devem ser castrados.

Em alguns casos pode ocorrer entrópio e ectrópio simultaneamente (entrópio na pálebra superior e ectrópio na pálebra inferior) o que se chama de “olho de diamante”. Esta condição torna a correção cirurgica bem mais difícil.

A castração dos cães afetados e o cuidado na hora da escolha do filhote é a melhor precaução.

Fonte: Enciclopédia do cão Royal Canin